Documentação Técnica

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* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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quinta-feira, 10 de março de 2011

SUPRG: Uma política portuária voltada à comunidade portuária, com ênfase aos produtores da carga

A Superintendência do Porto de Rio Grande iniciou uma série de visitas aos clientes do porto rio-grandino

Terça-feira, 2011-03-05

O Diretor- Superintendente do Porto do Rio Grande e o diretor 
geral da Sagres em visita a CMPC Celulose Riograndense.

Após realizar visitas aos sindicatos e operadores da orla portuária, a Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg) iniciou, a partir desta sexta-feira (4), uma série de visitas aos clientes do Porto rio-grandino a fim de estreitar relações e avaliar o trabalho em andamento.

Na manhã de ontem, o superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, acompanhado do chefe de gabinete, Gustavo Garima, e do diretor geral da Sagres, Marcos Fonseca, esteve na CMPC Celulose Riograndense, em Guaíba. Eles foram recebidos pelo diretor presidente da empresa, Walter Lidio Nunes, o gerente de projetos, Otemar Alencastro, o gerente comercial, Sérgio Kilpp, gerente de logística, Roberto Hallal* e o gerente de comunicação, Francisco Bueno.

Segundo Nunes, a relação de Guaíba com o porto é antiga, da década de 70. “O setor de celulose tem uma competitividade internacional muito grande, que permite ficar no mercado mesmo em crise”, destacou. De acordo com o diretor da Sagres, a celulose é uma carga tradicionalmente transportada através do porto. “A operação sempre obedece ao patamar de 300 mil toneladas de entrada e outras 300 mil toneladas de saída”, salientou.

Segundo Nunes, além da licença ambiental, o setor tem que trabalhar com a licença social através da conversa com a sociedade. Conforme ele, a empresa é a maior proprietária privada de área de preservação. O diretor da Celulose Riograndense também ressaltou que o Brasil planta dez vezes menos que o Japão, sendo que no país são 6 milhões de hectares de área plantada. Apenas nas ilhas japonesas esse número chega a 60 milhões de hectares e na China são outros 60 milhões de hectares.

Durante a visita, também foi abordada a questão do envolvimento da comunidade no processo de implantação de uma empresa. “É preciso incorporar a temática da qualificação da mão-de-obra desde o início. A população precisa ter a perspectiva do emprego, por isso ela deve ser integrada ao planejamento global da empresa”, afirmou Lopes.

O superintendente também explanou sobre os projetos para o porto e as ações em andamento. “Vim para dizer que somos parceiros e queremos aumentar cada vez mais os negócios com esta empresa”, finalizou.

Lorena Barros Garibaldi
Assessoria de Comunicação Social
Superintendência do Porto do Rio Grande



* Nota do Editor: O Eng. Civil Roberto Hallal, à direita na foto, atualmente Gerente de Logística da CMPC, foi Chefe da Divisão do Porto de Pelotas (Diretoria de Portos/SPH) e, posteriormente, exerceu o cargo de Diretor-Superintendente da SPH.

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