Documentação Técnica

Documentação Técnica
* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

* Os leitores poderão ter acesso e fazer download do material na parte inferior desta página.

domingo, 19 de junho de 2011

Situação das finanças públicas nos portos e hidrovias interiores do RS: Valores acumulados JAN - MAI/2011




* Para melhor visualização clique nas tabelas, depois amplie as imagens (Ctrl +).

Fonte: Secretaria da Fazenda RS, Sefaz RS.

NOTAS DO EDITOR

1 - A soma das receitas operacionais dos portos de Porto Alegre e de Pelotas (740.847,17 + 102.846,47 = 843.693,64) é menor que a receita dos arrendamentos (945.303,63);

2 - A despesa com pessoal ativo (4.534.759,08), mesmo sem incluir os aposentados, é superior à soma de todas as receitas próprias (2.593.640,56), o que leva o Tesouro do Estado aportar recursos para cobrir a diferença, além de pagar os aposentados;

3 - Os servidores cedidos representaram uma despesa de 231.632,71 (valor da receita por restituições de cedidos), o que significa uma elevada despesa mensal média (46.326,54), cerca de 23.163,27 por servidor cedido;

4 - A situação do Porto de Pelotas é mais grave que a do Porto de Porto Alegre, devido à ausência de uma receita significativa de arrendamentos, e sua receita operacional (102.846,47) é muito inferior à despesa com pessoal ativo (494.509,73), mesmo sem incluir os aposentados;

5 - As hidrovias, tal como a maioria das rodovias, não são autossustentáveis, e a receita auferida à título de "contribuição hidroviária" (48.459,66) é irrelevante se comparada à despesa com pessoal ativo (2.878.662,24), mesmo sem incluir os inativos;

6 - O reajuste das tarifas portuárias e dos arrendamentos, que atualmente subsidiam as operações de carga e descarga feitas pelo setor privado, e a eventual implantação do "pedágio" hidroviário, não serão suficientes nem mesmo para minimizar o elevado déficit público nesses setores, o que leva à necessária mudança do modelo atual.

Nenhum comentário:

Postar um comentário