Documentação Técnica

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* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Travessia Rio Grande-São José do Norte: SUPRG providencia análises para caracterização física e química do material de dragagem

Rio Grande
Suprg busca licenciamento para obra


Processo em andamento visa à dragagem do canal Miguel da Cunha
Foto: Fábio Dutra/Especial/CP

A Superintendência do Porto de Rio Grande (Suprg) deu início aos estudos necessários para solicitar à Fepam o licenciamento para a obra de dragagem do canal Miguel da Cunha, na travessia entre Rio Grande e São José do Norte. Em 10 de maio, a Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) noticiou a conclusão do levantamento batimétrico, que determina a quantidade de resíduos a ser retirada do fundo do canal. Agora, a Suprg, em trabalho conjunto com a SPH, começou o segundo processo, que inclui o estudo dos sedimentos, análises químicas e definição do local onde será colocado o material que for recolhido.

Canal Miguel da Cunha/Travessia de Passageiros (Foto: Jornal Agora)

Conforme o superintendente do Porto, Dirceu Lopes, assim que for concluído esse serviço, em aproximadamente 40 dias, a SPH encaminhará o pedido de licenciamento ambiental à Fepam para realização da dragagem. Deverão ser retirados do Miguel da Cunha 75 mil metros cúbicos de sedimentos. O edital para a execução do desassoreamento será providenciado pela Suprg, assim que for obtida a licença. Pelo canal, lanchas fazem diariamente o transporte de passageiros entre Rio Grande e São José do Norte e a balsa realiza a travessia de veículos entre os municípios.

Canal Miguel da Cunha/Travessia de Veículos (Foto: Jornal Agora)

Segundo a Capitania dos Portos, em 2008, quando foi feita a batimetria anterior, o canal já estava bastante assoreado, com partes mais estreitas, outras mais largas e um banco de areia no meio. Por isso, as boias de demarcação precisaram ser mexidas, para mostrar por onde as embarcações podem passar. O Miguel da Cunha tem 50 metros de largura e deveria alcançar 2,5 metros de profundidade, o que não ocorre em alguns pontos.

Canal Miguel da Cunha (Eng. Hermes Vargas dos Santos)

Fonte: Correio do Povo, 02/06/2011. Cidades

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