Documentação Técnica

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* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Hidrovias do RS têm o pior índice de eficácia dos balizamentos de acesso portuário do Sul


ÍNDICE DE EFICÁCIA DE UM BALIZAMENTO OU SINAL NÁUTICO


O “Índice de Eficácia” é uma figura de mérito recomendada pela IALA e adotada pelo Brasil, e utilizada como parâmetro para a avaliação da qualidade dos serviços de manutenção dos balizamentos existentes em território nacional ou nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).

a) o “Índice de Eficácia”, também denominado “disponibilidade”, é definido como a probabilidade de um sinal náutico estar continuamente operando em qualquer intervalo de tempo aleatoriamente escolhido, ou por extensão, uma estimativa dessa probabilidade. Pode ser calculado dividindo-se o tempo em que o sinal operou corretamente pelo tempo total em que deveria ter operado corretamente; 

b) de acordo com a IALA, são quatro as categorias de Índice de Eficácia para um sinal náutico ou sistema de sinais: 

- Categoria 1: faróis guarnecidos e luzes de alinhamento: 99,8%; 
- Categoria 2: sinais fixos em geral, auxílios radioelétricos e bóias de grande porte: 99%; 
- Categoria 3: bóias luminosas em geral: 97%; e 
- Categoria 4: eficácia mínima aceitável: 95%.

c) para efeitos de avaliação e controle de um balizamento, o Índice de Eficácia adotado no Brasil é o de 95%; 

d) concorrem para a degradação da qualidade de manutenção de um balizamento e, portanto, reduzem seu “Índice de Eficácia”, os seguintes fatores:

- posicionamento irregular do sinal (bóias fora de posição, à deriva ou desaparecidas); 
- característica luminosa irregular (sinais apagados, exibindo luz fixa ou com setor de visibilidade alterado ou obstruído); 

- alcance luminoso em desacordo com o estabelecido nos documentos náuticos; e

- reconhecimento diurno do sinal náutico prejudicado em decorrência de mau estado de conservação, ou pela falta de algum componente de sua estrutura.


Fonte: Marinha do Brasil, CAMR.

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