Lancha Princesa Daiana foi retirada do serviço, pela Capitania
dos Portos, na última quarta (Foto: Leandro Carvalho/Especial JA)
dos Portos, na última quarta (Foto: Leandro Carvalho/Especial JA)
A situação do transporte hidroviário de passageiros na travessia entre Rio Grande e São José do Norte está preocupando a Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan). Desde 19 de dezembro, quando a lancha Mara foi interditada, o serviço vinha sendo feito por quatro embarcações. Na última quarta-feira, outra lancha - a Princesa Daiana - foi retirada do serviço pela Capitania dos Portos, uma vez que ela está com o certificado de segurança vencido e com uma série de deficiências técnicas a serem corrigidas. A partir dessa medida, apenas três lanchas estão fazendo o transporte de passageiros na travessia.
Devido a esse problema, o diretor de Transporte Metropolitano, da Metroplan, Marcus Damiani, acompanhado do coordenador de Sistema Hidroviário, Paulo Ricardo Osório, veio para Rio Grande na tarde desta quinta-feira. Conforme Damiani, o atendimento aos usuários do serviço ficou mais difícil. E como as embarcações em atividade estão trabalhando praticamente de forma ininterrupta para atender todos os horários que vêm sendo feitos, a manutenção das lanchas, que costuma ser feita nos períodos de menor movimento, fica prejudicada. "Essa situação toda está nos preocupando. Mas em primeiro lugar está a segurança dos usuários, o que não existia na Princesa Daiana", relatou, depois de ter estado na Capitania dos Portos buscando mais detalhes sobre a situação da lancha retirada da travessia.
O diretor de Transporte Metropolitano disse que a população usuária vai ter que entender o que está ocorrendo e esperar que a Metroplan consiga resolver o problema. Na próxima segunda-feira, a Metroplan enviará um documento à empresa proprietária da Princesa Daiana informando que, num prazo de 15 dias, ela terá que substituir a embarcação retirada do serviço. Segundo ele, a lei estabelece que a empresa tem que fazer a substituição ou poderá ter cassada a permissão para atuar na travessia.
O capitão dos portos, Sérgio Luiz Correia de Vasconcelos, informou que a Princesa Daiana foi afastada do transporte hidroviário de passageiros a partir de relatório emitido por um vistoriador naval da Marinha. O vistoriador examinou a embarcação e apontou uma série de pendências técnicas, das quais oito são impeditivas da atuação da lancha no transporte hidroviário de passageiros.
A empresa está com o certificado de segurança vencido e a capitania precisa da aprovação dos planos da embarcação para emitir novo certificado. E para que isso ocorra, as exigências técnicas feitas pelo vistoriador precisam ser providenciadas pela empresa. "A preocupação da Marinha com as embarcações de transporte de passageiros vem aumentando e as exigências têm sido mais rigorosas. As lanchas antigas têm que se adaptar", concluiu Vasconcelos.
Por Carmem Ziebell
carmem@jornalagora.com.br
Fonte: Jornal Agora, Rio Grande. Travessia RG/SJN








asituaçao so ta assim porque nao querem colocar a lancha mara e o empresario da mara tem outra lancha que se chama cearense nova. e naum sei porque ele naum coloca se tiver a mara e a essa lancha nova .. vai melhorar uns 90% sou usuaria e sei que se tomarem essa medida estara tudo resolvido
ResponderExcluirconcordo cm esta usuaria a medida a ser tomada é esta;; e tem que ser urgente,, por favor falem cm o proprietario da mara ..
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