Documentação Técnica

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* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Porto do Rio Grande atingiu 30 milhões de toneladas em 2011

A Superintendência do Porto realizou um café da manhã com a imprensa para apresentação dos resultados do porto gaúcho no ano de 2011. Um novo recorde foi atingido no último ano com o registro de 30.483.228 milhões de toneladas movimentadas.

Porto do Rio Grande atingiu 30 milhões de toneladas em 2011

A Superintendência do Porto do Rio Grande realizou, nesta quinta-feira (26), um café da manhã com a imprensa para apresentação dos resultados do porto gaúcho referentes ao ano de 2011. Um novo recorde foi atingido no último ano com o registro de 30.483.228 milhões de toneladas movimentadas. Estes números representam um aumento de 9,99% em relação ao ano de 2010, quando foram registradas 27.715.203 milhões de toneladas movimentadas*. Os dados da movimentação portuária foram apresentados pelo Superintendente do porto, Dirceu Lopes, que destacou também os projetos e perspectivas para este ano.

A média mensal de mercadorias em 2010 foi de 2.309.600 toneladas e a média mensal de mercadorias em 2011 foi de 2.540.269. Tendo em vista o tipo de navegação de mercadoria, foram registradas 2.169.090 de toneladas por Cabotagem, 23.824.934 de toneladas por Longo curso e 4.469.790 de toneladas por Navegação interior.

Na movimentação por segmento de carga em 2011, o maior percentual é o de granel sólido com 19.652.579 toneladas, o que representa um crescimento de 19,37% em relação a 2010. Em relação à carga geral e ao segmento granel líquido foram movimentadas 7.111.980 toneladas e 3.718.669 toneladas, respectivamente.

Entre as principais mercadorias exportadas pelo porto em 2011 estão a soja em grão (5.979.193 ton), o farelo de soja lowpro (2.089.818 ton), o trigo (1.641.656 ton) e o arroz (1.039.262 ton). Na exportação, os principais países de destino são China, Espanha, Holanda, Japão e França.

Entre as principais mercadorias importadas em 2011 estão Uréia (792.140 ton), Cloreto de potássio granulado (722.871 ton), Fosfato cálcio natural (504.785 ton) e Ácido sulfúrico (344.587 ton). Na importação, os principais países de origem são Argentina, Marrocos, Lituânia, China e Estados Unidos.

Lopes destacou que apesar da previsão de queda na safra agrícola deste ano devido à estiagem e mesmo com a crise econômica européia, a movimentação do porto deve crescer em 2012 com a conquista de novos mercados e de cargas de projetos já contratados para a região sul do Brasil.

Assessoria de Comunicação Social da SUPRG

Fonte: Superintendência do Porto de Rio Grande. SUPRG

* NOTA DO EDITOR

Na manhã do primeiro dia útil deste ano (02/01), com base nos dados estatísticos disponíveis no sítio da SUPRG (que ainda não apresentavam a movimentação de dezembro/2011), estimei um crescimento de 8,87% na movimentação do porto marítimo de Rio Grande em relação ao ano de 2010. Foi uma estimativa razoável em termos técnicos, com erro de apenas 11,21%, compatível com o compromisso existente entre a técnica e a verdade (relação que não é possível quando feita a partir da política).

Posteriormente, na tarde de 02/01, a SUPRG publicou a movimentação de dezembro/2011 e, a partir dessa informação, o percentual de crescimento em relação ao ano de 2010 seria de 8,69%. No entanto, hoje (26/01) a SUPRG atualizou a movimentação de dezembro/2011, que provavelmente não considerava ainda as movimentações dos últimos dias do ano passado, sendo que a variação definitiva na movimentação de cargas no porto marítimo em relação a 2010 atingiu a marca de 9,99%, um crescimento razoável, acima da taxa de crescimento vegetativo (5%).

É importante ressaltar que a taxa de crescimento econômico do RS foi de 5,7% (FEE).

Por outro lado, a situação do porto fluvial de Porto Alegre é preocupante, e demanda medidas governamentais urgentes, especialmente quanto à mudança na atual política de gestão, pois houve uma brutal diminuição na movimentação de cargas (-18,9%), o que implica revisar a política de exclusão do modelo de gestão profissionalizada (técnica) em favor da gestão política (leiga, desqualificada).

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