Documentação Técnica

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Lanchas em atividade devem atender demanda no transporte de passageiros

Com licença provisória para um período de 90 dias, concedida pela Marinha, a lancha Princesa Daiana voltou a atuar no serviço de transporte hidroviário de passageiros na travessia entre Rio Grande e São José do Norte. Ela se encontrava fora da atividade desde 18 de janeiro por determinação da Capitania dos Portos, porque estava com o certificado de segurança vencido e com uma série de deficiências técnicas a serem corrigidas. Conforme o capitão dos Portos, Nilson Seixas dos Santos, o responsável pela lancha sanou as deficiências que eram impeditivas para a atuação da embarcação no serviço, por isso houve a liberação para o retorno.

Santos diz que ainda restam duas pendências, que dependem de autorização da Diretoria de Portos e Costas (DPC). No entanto, isoladamente elas não motivam a retenção da Princesa Daiana. A licença é provisória porque se faz necessário um processo interno de liberação, que demanda tempo, e a empresa responsável pela lancha estava em risco de perder a concessão.

Lancha Princesa Daiana tem restrição de acesso de passageiros ao convés superior
Foto: Leandro Carvalho

O coordenador de Sistema Hidroviário da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), Paulo Ricardo Osório, esteve em Rio Grande e São José do Norte quinta e sexta-feira. Contou que seu deslocamento de Porto Alegre se deu devido ao aumento da demanda pelo transporte hidroviário, quinta-feira, originado pela Festa de Nossa Senhora dos Navegantes. Ainda durante a viagem, ele foi informado pela Capitania que a Princesa Daiana estava sendo liberada para operar.

No entanto, segundo Osório, a restrição de acesso de passageiros ao convés superior da embarcação se mantém e a demanda, em todos os horários, tem que ser atendida. Em função disso, ele entregou ofício ao responsável pela Princesa Daiana comunicando que em um prazo de sete dias deve ser informado à Metroplan quantos lugares a embarcação perdeu com essa restrição. À empresa responsável pelas outras três lanchas (Dona Armandina, Noiva do Mar e Noiva do Caí) que atuam no serviço, também foi entregue documento determinando que elas sejam mantidas na travessia. Isso porque a demanda tem que ser atendida.

"Se em um horário a ser cumprido pela Princesa Daiana o número de passageiros for maior do que ela comporta, os usuários ficarão prejudicados e isso não pode ocorrer. Os passageiros não podem ficar aguardando outro horário por falta de lugar na lancha", observou. Segundo Osório, as embarcações que atuam no transporte hidroviário de passageiros terão que se adequar à demanda até que sejam adotadas medidas para resolver os problemas nesta travessia.

Por Carmem Ziebell
carmem@jornalagora.com.br

Fonte: Jornal Agora, Rio Grande. Travessia RG/SJN

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