Documentação Técnica

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* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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sexta-feira, 2 de março de 2012

SPH restabelece sinalização náutica do Canal São Gonçalo, em Pelotas

Até o final do mês de março, deverá estar restabelecida por completo a sinalização náutica no Canal São Gonçalo, garantindo a segurança da navegação e atracação de embarcações junto ao Porto de Pelotas. O trabalho, que começou há uma semana, vem sendo desenvolvido pela Divisão de Operações e Fiscalização (DOF) da Diretoria de Hidrovias da Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH).

Canal São Gonçalo - Trecho da barra até as pontes
(Blog "Hidrovias Interiores - RS")

Boias

De acordo com o chefe da DOF, engenheiro Edson Machry, serão instaladas 17 boias de polietileno de alta densidade. "Até a segunda-feira já foram instaladas sete boias, do montante previsto. São equipamentos de excelente qualidade e com uma durabilidade diferenciada das que utilizávamos anteriormente. Iniciamos o trabalho a partir da foz do canal São Gonçalo, levando até o Canal do Engenho", disse. Ao todo, serão balizados 7,8 quilômetros na extensão do acesso.


NOTA DO EDITOR - A figura acima mostra que nos últimos 5 anos a movimentação média de cargas no Canal São Gonçalo foi de 337 mil toneladas anuais, devidas às operações do Terminal Cimbagé, um terminal de uso privativo (TUP), na movimentação de clínquer, um importante insumo para a fabricação do cimento, que é transportado até o Terminal Cimpor (Rio Caí, Nova Santa Rita).

A troca e a instalação dos novos sinais náuticos estão sendo realizadas pela equipe de técnicos da SPH, que integram as oficinas dos portos de Porto Alegre, Triunfo e Pelotas, sob a coordenação dos engenheiros Reinaldo Gambim (DOF/POA) e Jeferson Godinho Dutra, da Divisão do Porto de Pelotas (Dippel).

Foto destaque
No total, estão sendo instaladas 17 boias de alta durabilidade

Condições climáticas

Gambim destacou que o prazo para a conclusão da obra está diretamente relacionada às condições climáticas. "O excesso de vento, bem como de chuva, impede que a equipe dê andamento ao trabalho, por isso, temos um prazo maior para a realização destas operações. A meta é que até o final de março o trabalho seja concluído", explicou.

Texto: Cristiane Franco
Foto: Divulgação/SPH
Edição: Redação da Secom (51) 3210-4305

Fontes: Portal do Estado do RS, SPH. Portal RS SPH

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