Documentação Técnica

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

São José do Norte - EBR e Toyo se associam para construir estaleiro

Projeto de Estaleiro em São José do Norte

O grupo japonês Toyo Engineering Corporation adquiriu 50% de participação na empresa Estaleiros do Brasil (EBR), que pretende instalar um estaleiro no município de São José do Norte. A informação foi divulgada pelo presidente do EBR, Alberto Padilla, durante a reunião-almoço Tá em Pauta, realizada na quinta-feira, no Salão Nobre da Câmara de Comércio de Rio Grande.

A EBR, que é controlada pela Setal Óleo e Gás (SOG), anunciou oficialmente a sua intenção de executar um estaleiro no Rio Grande do Sul em novembro de 2010. O complexo completo deverá ser implementado em 24 meses a partir do começo das obras. A construção será dividida em três etapas. Na primeira fase, poderá fabricar módulos dos navios-plataforma FPSO (unidades flutuantes que produzem e armazenam petróleo), desde que vença as licitações dessas encomendas. Posteriormente, a ideia é ter condições de fazer serviços de integração, recebendo os cascos já prontos e, mais adiante, a expectativa é de que o estaleiro possa fabricar plataformas, tanto semissubmersíveis quanto FPSO.


O investimento no estaleiro em São José do Norte é estimado, atualmente, em cerca de US$ 420 milhões e deverá gerar de mil a 4 mil empregos diretos, ocupando uma área total de 1,5 milhão de metros quadrados. O cais terá 700 metros de extensão e a intenção é que o estaleiro seja o primeiro do mundo com selo verde. O financiamento do projeto deverá vir através de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM). No entanto, para ser concretizado, o empreendimento ainda aguarda o licenciamento ambiental para começar as obras. A perspectiva inicial dos empreendedores era de que o documento não demoraria tanto tempo para ser liberado e que as obras poderiam estar em andamento neste mês de maio.

Na sua palestra, Padilla falou ainda da oportunidade histórica de crescimento da indústria naval e offshore. “Vamos construir o futuro das próximas gerações deixando como herança uma indústria sólida e competitiva nacional e internacional”, destacou o dirigente.

Fonte: Jornal do Comércio. Economia

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