Documentação Técnica

Documentação Técnica
* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

SPH recupera sinalização náutica no Rio Jacuí

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Rio Jacuí- Balizamento com boias de polietileno
(Foto: Álvaro Francisco Mello)

Os técnicos da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) deram inicio ao trabalho de recuperação do balizamento no Rio Jacuí, trecho compreendido entre a barragem Amarópolis e o Porto de Cachoeira do Sul. As atividades de recuperação da sinalização náutica se iniciaram no começo de agosto, no trecho entre Triunfo e Amarópolis. A atividade que compreende na substituição de novas bóias de sinalização, é realizada com mão de obra e equipamentos próprios da SPH.

Rio Jacui - Chata SH-7 (Fainas de Balizamento/2006)
(Foto: Hermes Vargas dos Santos)

Conforme o chefe da Divisão de Estudos e Projetos (DEP), Álvaro Francisco Mello, o trecho inicial de aproximadamente 20 quilômetros recebeu bóias de PEAD (polietileno de alta densidade) em substituição às metálicas. “Na primeira etapa do trabalho foram instaladas 24 boias novas, que qualificarão a navegação das embarcações até a barragem de Amarópolis”, disse.

Rio Jacuí - Fainas de Balizamento/2006
(Foto: Hermes Vargas dos Santos)

Mello explicou que a sinalização no Rio Jacuí é fundamental para manter as embarcações no canal navegável. Segundo ele, há derrocamento (pedaços de pedras detonadas para abertura de canal) em alguns trechos, que se não estiverem devidamente sinalizados podem provocar danos nas embarcações. “A sinalização é sinônimo de navegação segura e a SPH tem se esmerado em manter as hidrovias interiores em plena condição. Neste trecho a sinalização está em plenas condições. Nossos esforços se concentram agora em qualificar o balizamento no restante do canal, que segue até Cachoeira do Sul”, disse.

Batimetria e Balizamento/2008 (SH-7, Bote DEP, LR Tramandaí)
(Foto: Hermes Vargas dos Santos)

O superintendente de Portos e Hidrovias, Pedro Obelar, explicou que é meta desta gestão a qualificação do balizamento das hidrovias, não apenas na ligação do Porto da Capital até Rio Grande. “Nossa preocupação é também com a navegação interior porque sabemos da sua importância e do quanto ela pode contribuir com a economia do estado”, disse.

Fonte: Superintendência de Portos e Hidrovias, SPH.

Um comentário:

  1. A navegação interior é a que mais movimenta cargas nas hidrovias interiores - Lagoa dos Patos, Canal São Gonçalo, Rio Guaíba, Rio Gravataí, Rio dos Sinos, Rio Caí, Rio Jacuí e Rio Taquari. A navegação interior transporta mais de 80 por cento das cargas com origem/destino nos portos e terminais interiores - Porto de Porto Alegre, Terminal Cimbagé (Pelotas), Terminal Braskem (Triunfo), Terminal Celulose Riograndense (Guaíba), Terminais Tergasul e TENIT (Canoas), Terminal Bianchini (Canoas), Terminal Charqueadas (Jacuí), Terminais Tergrasa, Motasa e Seta (Taquari), Porto de Estrela e outros. Navegação de longo curso é aquela feita em alto mar, entre os continentes; navegação costeira é a navegação marítima feita ao longo e próxima do litoral; navegação interior é a que se faz nos rios, lagos e lagoas. Muitas vezes, navios de longo curso ou de cabotagem percorrem, no início ou no final de suas derrotas, trechos de rios, lagos ou lagoas; vale dizer, fazem pequenos percursos de navegação interior, embora tenham que antes "aliviar" a carga ou fazer "top off" no porto marítimo mais próximo (entrada). A navegação feitas em rios, lagos e lagoas é sempre navegação interior; as embarcações que navegam nas hidrovias interiores nem sempre pertencem a essa modalidade; excepcionalmente podem ser de longo curso ou de cabotagem, mas transportam muito pouco, muito aquém de sua capacidade de carga, são ociosas, caso contrário poderiam encalhar em águas rasas.

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