Documentação Técnica

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* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Wilen Manteli (ABTP) - O transporte fluvial encolheu no RS

O transporte por rios, canais e lagoas no Rio Grande do Sul está virtualmente abandonado há mais de 50 anos, o que fez com que o percurso navegável, que era de 1.200 km, caísse para 700 km e com que este modal participe atualmente com menos de 5% no escoamento do total da produção. 

A análise é do presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), o gaúcho Wilen Manteli, que deseja que o efetivo aproveitamento das hidrovias gaúchas faça parte do debate das estratégias de governo dos candidatos ao Piratini nas eleições deste ano. “É preciso considerar o fabuloso potencial das hidrovias como verdadeiras artérias do desenvolvimento econômico e social de que tanto carece o Estado”, diz Manteli.

 Wilen Manteli, presidente da ABTP
Wilen Manteli, Presidente da ABTP.
(Marcelo G. Ribeiro, JC)

Além da função de transporte propriamente dita, a hidrovia deve ser entendida como fator estratégico para a atração de investimentos industriais para a instalação às suas margens, aproveitando a logística favorável em termos de acesso de matérias-primas e de despacho dos produtos nelas fabricados, além de outros tipos de empreendimentos nos setores de serviços, turismo e lazer. 

“Esta estratégia deve necessariamente fazer parte de qualquer programa de desenvolvimento que venha a ser adotado pelos futuros governantes, a exemplo do que fazem com extremo sucesso os principais países que competem com nossos produtos no mercado internacional”, concluiu o presidente da ABTP.

Fonte: Jornal do Comércio, Painel Econômico.

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